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Se tem um assunto mais comentado sobre imóveis hoje no Brasil esse assunto é o crédito imobiliário e suas perspectivas para esse ano, e muita gente fala disso como se tivesse uma bola de cristal, os super Gurus, mas vamos colocar os pingos nos í's de um jeito claro e divertido, como se fosse uma "conversa de boteco", mas de forma certa, realista e direta ao ponto.


1- A grande estrela ou cometa (que um pode dar luz e o outro arruinar tudo) é a taxa SELIC


Todo mundo, corretores, especialistas, comentaristas de economia e os "grandes sábios" influenciadores (pra não dizer outra coisa), estão falando que em 2026 pode ser o ano em que a SELIC começa finalmente a cair, depois de um periodo de juros altos, e isso é importante porque:

  • Juros mais baixos tendem a baratear o crédito

  • Isso abre mais espaço para que pessoas consigam o crédito com parcelas mais baixas para o orçamento, melhorando a margem consignável

  • E teoricamente, isso pode fomentar e movimentar o marcado imobiliário.


Claro, ninguém pode garantir com certeza absoluta quando ou quanto ela vai cair, e se vai cair mesmo ainda esse ano, tudo depende do banco central,, da inflação, e das condições econômicas do no Brasil, e até a politica fiscal. Outro ponto é que esse ano é ano de eleição, e uma queda constante nesses dois primeiros trimestes do ano antes das elições pode se tornar uma alavança para ser falado nos palaques politicos pelo Brasil a dentro: "A taxa SELIC vem caindo, ta tudo melhorando no nosso Brasil" e por ai vai...


2 - Crédito mais acessível, sonho realizado


Com a expectativas de juros menores, surgem também previsões de que:


  • Linhas de crédito podem se tornar mais competitivas;

  • Bancos podem liberar mais financiamentos com menores taxas e condições;

  • Programas habitacionais populares podem ganhar mais força e ampliar o alcance.


Isso tudo significa que se você está planejando comprar um imóvel, 2026 pode ser o ano de olhar com mais carinho para as opções e simular cenários reais com instituições financeiras.


3- Mas a realidade é: nem tudo vai cair do céu, ou quase nada!


Vamos viver mais um ano a espera de um milagre, viver de migalhas e somente vamos ter falsos fomentos politicos e eleitoreiros, e enquanto a grande midia fala (e fala muito) de expectativas que na boca deles já é uma realidade, o Brasil tem várias variavéis que deixam o cénario caótico:


  • Reduzir o juros ajuda, mas não resolve tudo, ainda existem custos documentais que chegam dependendo do estado a 15% do valor de compra do imóvel, mais a entrada mínima que os bancos pedem;

  • o Seguro de vida adcionado aos financiamentos que elevam a parcela mês a mais para que os bancos tenham mais certeza do recebimento do dinheiro emprestado com receio dos mutuários "colocaram os imóveis nas costas e sairem correndo". Na justificativa sobre esse seguro é por causa de morte, dando a quitação do bem, que isso depende de uma série de detalhes, mas que na verdade é uma venda casada e sempre será

  • Preço alto dos imóveis em várias regiões, essa bolha tem que estourar para os valores cairem;


Mas em resumo sendo direto e sem blá blá blá, 2026 vai ser um ano bom para comprar imóvel?


Não, sumariamente não, esse vai ser um ano para guardar dinheiro e ficar na torcida fortemente para SELIC cair e pela seleção brasileira na copa, e eu acredito que nem uma nem a outra vai ter muito sucesso não viu.


A taxa SELIC em um cénario melhor que "Alice no país das maravilhas" vai cair para 12,25%, essa é a projeção dos economistas ou seja reduzir 2,25% do que temos hoje, e sendo assum uma parcela para um crédito de R$ 200 mil em 420 meses que hoje é de R$ 2.374,56, vai passar para R$ 2.217,52*, ai eu te pergunto, isso vai resolver? vai ajudar? ao meu ver não! * cenário de crédito com taxa balção, na caixa, perfil de renda e idade média dos compradores de imóveis dos ultimos 5 anos.


Uma oportunidade de compra, com uso do FGTS, com a compra de um imóvel com desconto e preço mais baixo do mercado pode sim ser uma boa compra, so meu ver somente assim seria um cénario vantajaso para 2026.


Concluindo, 2026 é um ano de poupar, investir em fundos de inventimentos tradicionais e sem risco, ou com riscos mínimos, mas fique com o fósforo na mão, olhando para os lado, ao ver uma oportunidade, taque fogo nesse fósforo e queime a oportunidade de comprar seu imóvel.


Pra nos da RC Crédito, depois de 15 anos vivendo vários cénários bons, ruins, péssimos o que conta pra gente não é só mais um numero, é a história, um plano bem feito, para fazer você realizar sem sonho para que ele continue ao longo dos anos sendo seu sonho, e não passe a ser um pesadelo.


Nossa consultoria nega muitas das vezes processos em que vimos que não haverá viabilidade, por que pensamos mais a frente e somos humanos de verdade, valorizamos pessoas por que amamos o que fazendo...


Estamos a disposição para conversar sobre seu caso, Bora bora!

 
 
 

Se você tem imóvel no Brasil, prepare-se: a Receita Federal acaba de lançar o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), que já está sendo chamado de “CPF dos imóveis”.


A ideia parece bonita no papel: mais transparência, padronização, segurança jurídica. Mas, na prática, significa também muito mais fiscalização e aumento nos imposto que você paga hoje.


O que é isso, qual é essa idia?


O CIB (Cadastro imobiliário brasileiro) é um número único que cada imóvel vai receber, assim como o CPF da pessoa física. Ele vai integrar informações de cartórios, prefeituras, registros públicos e até cruzar com a Receita. Isso vai lincar em todas as áreas o imóvel ao seu CPF. Em resumo: acabou a bagunça de registros diferentes em cada canto. Tudo vai estar centralizado.


E na prática, o que muda?


  • Quem não declarava aluguel ou declarava por fora, pode começar a se preocupar. A Receita vai ter acesso cruzado às informações e com isso vai te tributar sobre esses valores.

  • O valor do seu imóvel pode ser recalculado mais próximo ao valor de mercado. E adivinha? Isso pode significar IPTU mais caro em várias cidades. Quando você vender ou comprar um imóvel, o valor venal automaticamente vai ser lincando a receita federal e a secretária de fazenda fazendo com que seu IPTU suba automaticamente, sendo a melhor forma (para o governo arrecadar impostos) de atualizar valores

  • As transações (compra e venda) vão ficar muito mais transparentes, sem espaço para subdeclarar valores na escritura.

  • Para o crédito imobiliário e os financiamentos, a prática de "superfaturar" o valor do imóvel para simular um entrada vai acabar, não será mais viavél devido os bancos terem acesso aos dados vinculados e o pagamento dos tributos em cima desse valor a mais simulado ficar mais caro.


Não é que a alíquota do IPTU vá aumentar de uma hora pra outra — a própria Receita já disse que não. O problema é que a base de cálculo pode subir. E se sobe a base, o imposto vem na sequência. E é claro que eles vão dizer que não. mas é claro que com tudo vinculado quem vai alegar que o valor não é esse ou é indevido devido estar tudo vinculado não é mesmo? A famosa "conversa para boi dormir"


Abrir o olho é agora!


O discurso oficial é que tudo isso vai trazer “segurança jurídica” e facilitar a vida do mercado imobiliário, dar agilidade a inventários e ter em uma única central tudo que envolva um imóvel. Mas quem vive o dia a dia sabe: quando o governo cria mais controle, geralmente é pra arrecadar mais.

E aqui vai o recado: se você tem imóvel alugado, contrato informal, ou se sempre “ajeitou” o valor do IPTU, a hora de regularizar é agora. Porque, com esse novo CPF dos imóveis, a Receita vai saber mais sobre a sua casa do que você mesmo. E você ainda poderá cair na malha fina e ter que se explicar e pagar retroativos e multas por isso.


Em que pé está o CPF dos imóveis


  1. Regulamentado pela Receita: O Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) já foi regulamentado em agosto de 2025 pela Receita Federal.


  2. Base legal / previsão: Ele já estava previsto na Lei Complementar da Reforma Tributária que foi sancionada no início do ano. Também opera em conjunto com o Sinter (Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais), que foi criado por decreto em 2022.


  3. Cronograma de implantação

    • Em 2025: regulamento publicado, elaboração de normas, preparação.

    • Em 2026: previsto início de operações em capitais.

    • Em 2027: expansão para os demais municípios.


  4. O que já está valendo / obrigações vigentes

    • Já existe a obrigação de cartórios integrarem-se ao Sinter e incluir o código CIB em documentos/sistemas após publicação do regulamento.

    • O plano de trabalho inclui diagnósticos, testes piloto, homologação técnica.

    • Mas ainda não está tudo em produção plena: as fases de implantação (em capitais, depois municípios) ainda estão no cronograma futuro.


  5. Pontos de esclarecimento do governo / divergências

    • O governo afirma que o CIB não vai criar novo imposto nem alíquota nova.

    • "Só" vai cobrar a mais por que a atualização será full time.

    • Dizem também que aluguéis residenciais mais modestos, ou imóveis de famílias de menor renda terão proteções ou isenções específicas.

    • Há especialistas que alertam que, mesmo sem mudança explícita de alíquotas, vai haver impacto via base de cálculo mais próxima ao valor de mercado, maior fiscalização, menos omissão de informações. E é claro, não haverá mais brechas (não que isso seja correto fazer) mas a arrecadação e o que você vai pagar vai subir.


Chances de aprovar / obstáculos que ainda podem aparecer


Chances de seguir adiante: altas. A regulamentação já existe, o cronograma foi definido, há respaldo legal pela reforma tributária. Não parece que há oposição gigante ou questão pendente de votação legislativa (já que a lei que prevê o CIB foi aprovada), e é claro, que com a arrecadação maior, e mais verbas para emendas disponíveis quem sará contra.


Principais obstáculos ou dúvidas que podem atrasar ou alterar o impacto:

  • A capacidade técnica de municípios, cartórios etc., para adaptar sistemas, matrículas, georreferenciamento, etc. Isso pela arrecadação a maior pode ser suprimido por contratações de empresas para essa realização.

  • A resistência ou lentidão local: municípios menores ou cartórios com menos estrutura podem demorar. Como tudo no Brasil é demorado, não seria diferente nesse momento, mas um município A não atrabalharia o progresso de um município B.

  • A aceitação social / política: pressões de proprietários, de políticos locais que se preocupam com efeitos no IPTU ou no bolso das pessoas. Os propriétarios sim, pode até ser mas os politicos jamais iriam ser contra, pela a arrecadação total a mais para emendas como citei acima, e vendo agora por outro lógica, até para os propríetário de locam seus imóveis, o valor mais mais do IPTU não seria um impacto grande, por que quem paga o IPTU é o inquilino.

  • Clarificação de regras de isenção, proteções, para evitar que famílias de baixa renda sejam excessivamente impactadas.

  • Regulamentações complementares: sobre valor de referência, critérios de avaliação do imóvel, formas de averbação, penalidades etc.


Fontes

  • Receita Federal portal GOV.BR

  • CNN Brasil

  • Exame


O fato é que, gostemos ou não, o CPF dos imóveis já é realidade. A sociedade precisa ficar atenta, porque a conta vai chegar.

E você, já está preparado para esse novo cenário?”

 
 
 

O que realmente acontece hoje no mercado de crédito imobiliário?


Nos últimos meses, vimos circular em grandes portais de notícias e em relatórios de entidades como a ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) e a CNN Brasil matérias apontando um suposto crescimento nas contratações de crédito e um otimismo renovado no setor.

Mas será que essa é a realidade de quem está todos os dias no mercado?Eu, que atuo há mais de 15 anos como consultor, posso dizer que a prática mostra um cenário bem diferente.




O cenário real por trás das manchetes


Apesar do tom positivo das publicações, o que vemos no dia a dia é um mercado retraído. A taxa Selic elevada torna os investimentos financeiros muito mais atrativos que o mercado imobiliário. Com juros altos, os clientes comparam com mais cuidado o custo do financiamento versus o aluguel — e muitas vezes percebem que alugar ainda sai mais barato.


Além disso, há um movimento velado de retenção de crédito pelos bancos.Oficialmente, não há anúncio de restrição. Mas, na prática, os pedidos de financiamento enfrentam:


  • altas taxas de reprovação sob justificativa de “política interna”;

  • demora excessiva na aprovação dos processos;

  • e atrasos no repasse de valores, impactando diretamente compradores, vendedores e corretores.


O que tem girado o mercado


Em Brasília e em várias outras regiões, o que ainda movimenta negócios são permutas de imóveis — trocas em que uma parte busca mais espaço ou uma localização melhor.Outro fator são as operações voltadas para levantar capital e quitar dívidas.

Já o segmento do primeiro imóvel, mesmo com subsídios do programa Minha Casa Minha Vida, enfrenta enorme dificuldade:


  • os valores de entrada,

  • as parcelas projetadas

  • e o preço final do imóvelnão conversam com a realidade da maioria dos clientes. Resultado: negócios travados.


O papel do consultor nesse momento


Diante de tantas incertezas, é essencial que o cliente tenha um consultor especializado ao lado.O papel de quem vive esse mercado é:

  • analisar todas as opções de financiamento;

  • indicar bancos que ofereçam taxas mais competitivas (ou menos pesadas);

  • e estruturar o processo para que o cliente faça uma compra consciente.

Em um cenário como o atual, cada detalhe faz diferença. Um bom planejamento hoje pode representar economia significativa no futuro.


Conclusão


Nem sempre a realidade do mercado acompanha o tom otimista das matérias oficiais. Por isso, a recomendação é clara: antes de tomar uma decisão tão importante quanto a compra de um imóvel, consulte quem vive o mercado de perto todos os dias.


Na RC Crédito, acompanhamos de forma transparente os movimentos do setor e ajudamos nossos clientes a encontrar o melhor caminho, seja em tempos de expansão ou de retração.


👉 Quer entender como se posicionar melhor neste cenário? Entre em contato com a gente e vamos conversar.

 
 
 

© 2025 por Ricardo Chiarelli. 

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